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Roteiro SOS Térmitas
Contactos, Para o combate, avalidação e ajuda sobre infestações

A térmita de madeira seca, Cryptotermes brevis, constitui actualmente a praga urbana mais preocupante nos Açores, cujos impactos económicos e patrimoniais têm suscitado uma preocupação considerável junto de muitos cidadãos e da comunidade científica.

As térmitas chegaram aos Açores há algumas décadas, encontrando-se actualmente bem estabelecidas em várias cidades e temendo-se que alastrem nos próximos anos a todo o arquipélago. A sua detecção oficial só se deu em 2002, numa fase em que a praga já ocupava extensas áreas das cidades de Angra do Heroísmo, Ponta Delgada e Horta.

Desde que a praga foi detectada, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo e, posteriormente, o Governo Regional dos Açores, através da Direcção Regional da Ciência e Tecnologia, têm vindo a apoiar diversos estudos e a publicação de um livro realizados pelo Grupo da Biodiversidade dos Açores do CITA-A. Um sentimento de impotência tem, no entanto, acompanhado as iniciativas de divulgação do risco e das estratégias de controlo a implementar, em face do fraco impacto produzido junto das populações e do poder político.

Este Portal resulta da realização do projecto “TERMIPAR - Envolvimento dos cidadãos no controlo das térmitas urbanas nos Açores”, financiado pela DRCT, que aliou o conhecimento produzido sobre as térmitas e as estratégias de as enfrentar ao trabalho desenvolvido no âmbito da percepção e comunicação de risco por diversas investigador

das ciências sociais, afectas ao CITA-A, ao CES-UA e ao CIBIO. A sua organização e conteúdos reflectem as necessidades de informação de um grupo alargado de cidadãos de diversos sectores de actividade, proprietários e inquilinos de habitações com e sem térmitas das Ilhas Terceira e São Miguel que foram entrevistados para o efeito, a quem gostaríamos de expressar o nosso mais profundo agradecimento pela disponibilidade demonstrada.

Cientes de que o controlo das térmitas nos Açores implicará uma acção concertada entre cidadãos, empresas de desinfestação, vários sectores do governo, municípios e investigadores, desejamos que este Portal contribua para ajudar os cidadãos a enfrentar um risco com manifestos impactos, corrigindo crenças erróneas sobre as térmitas e o seu controle e orientando as accções a empreender. Espera-se também que ajude a dinamizar a implementação de um sistema de gestão do risco, incitando a acções que permitam minimizar as consequências deste problema.

A utilidade pública deste Portal dependerá, porém, das críticas e sugestões de todos os utilizadores com vista à promoção de uma maior funcionalidade, bem como da viabilização financeira da actualização contínua dos seus conteúdos.

Demos o primeiro passo, agora contamos com os vossos...

(P’la equipa)
Ana Moura Arroz e Paulo A. V. Borges

Simulador, apoios a obras de recuperação
  • A propósito da acção do estado:
    «Uma pessoa diz para a outra:
    - "Já resolvi o problema das térmitas na minha casa."
    - "Como é que foi, que eu também queria resolver?, pergunta a outra.
    - "Eu vendi a casa. Passei o problema para outro! Não é assim que se resolvem os problemas?!"»
    (engenheiro, proprietário de imóvel sem térmitas, AH)
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AGRADECIMENTOS:
A todos os cidadãos entrevistados no âmbito deste projecto;
A Enésima Mendonça, Nuno Gonçalves, Paulo Cristóvão, Pedro Cardoso e Timothy Myles pelas fotografias cedidas;
A todos os que testaram esta página contribuindo com valiosas sugestões;
À Direcção Regional da Ciência e Tecnologia pelo financiamento do Projecto "TERMIPAR".
drct BioDiversidade Cita
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