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Pesquisa conduzida em parceria entre o Grupo da Biodiversidade dos Açores (CITA-A), da Universidade dos Açores, o LNEC e a Câmara Municipal da Praia da Vitória para detecção da área afectada pela Térmita subterrânea Reticulitermes flavipes

Durante esta última semana a equipa de Monitorização e controle das térmitas (EMCTA) do grupo de Biodiversidade dos Açores (GBA - CITAA) realizou em conjunto com a Câmara Municipal da Praia da Vitória (CMPV) e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), a colocação de armadilhas no antigo bairro americano na zona de Santa Rita. Estas armadilhas têm como principal objectivo a elaboração de um mapa com as zonas afectadas pela térmita subterrânea americana Reticulitermes flavipes.

A pesquisa consiste na colocação de 96 armadilhas com um isco (cartão) ao longo de cinco transectos que atravessam longitudinalmente todo o antigo bairro americano e áreas adjacentes. Com esta primeira abordagem pretende-se, acima de tudo, entender a real distribuição da espécie de forma a verificar-se a possibilidade, ou não, de sua erradicação. Um outro objectivo é a elaboração de um plano com várias medidas a serem adoptadas, tanto pela autarquia como pelos vários moradores da área em questão, de forma a minorar os impactos causados por esta espécie, que é uma praga bastante destrutiva em toda a costa Este dos Estados Unidos da América.

O procedimento do trabalho de campo foi relativamente simples, envolvendo igualmente os habitantes e as instituições envolvidas no problema. Foi mesmo identificada mais uma habitação com a presença desta espécie durante o período em que os técnicos estiveram em campo a colocar as referidas armadilhas.

As armadilhas são bastante simples e foram colocadas em diversas áreas, abrangendo zonas de habitação (quintais e hortas), zonas de mato e caminhos públicos. Deste modo, procuramos compreender se a praga ocorre muito para além da área já identificada, afectando outras habitações e mesmo zonas de floresta e mato. Futuramente a equipa voltará a campo para verificar as armadilhas e a presença, ou não, dos indivíduos da espécie nas armadilhas.

Esperamos que esta frutuosa parceria entre a CMPV o LNEC e o GBA (CITAA) da Universidade dos Açores seja proveitosa para toda a comunidade da ilha Terceira, em particular a comunidade já afectada da área em estudo, e que seja possível a médio prazo compreender a distribuição e real impacto da praga visando a sua potencial erradicação.

 

Veja a notícia completa no link http://sostermitas.angra.uac.pt//fotos/biblioteca/1266840603.pdf

Publicado a, 22 de Fevereiro de 2010. Fonte: Grupo de Biodiversidade dos Açores

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AGRADECIMENTOS:
A todos os cidadãos entrevistados no âmbito deste projecto;
A Enésima Mendonça, Nuno Gonçalves, Paulo Cristóvão, Pedro Cardoso e Timothy Myles pelas fotografias cedidas;
A todos os que testaram esta página contribuindo com valiosas sugestões;
À Direcção Regional da Ciência e Tecnologia pelo financiamento do Projecto "TERMIPAR".
drct BioDiversidade Cita
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